terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sobre linhas, (e) costuras

O livro era apenas um pretexto pra virar a página. Lia para se encontrar nos personagens de Cortázar e se ver em detalhes de possibilidades inusitadas. Assim como a vida de quem acredita não terminar ali. O rádio ficou ligado para que ouvisse a hora, na expectativa de quando chegaria o amor. Mas a única coisa que ouvia era a sua voz chamando, dizendo:" Vem! Vem!" Ah meu amor, estou aqui você não vê? Aguce seus sentidos, meus gemidos são de satisfação. Já são seis horas, não precisa me ligar dessa vez, quando chegar em casa você me conta sobre os retalhos de conversa, cortes e as cores. Ah se tivesse visto, todas elas reluzindo ontem de você sob um som que eu nem ouvia direito, dançamos quase sem se mecher. Teletransportei por segundos que me trouxeram até aqui, mas devemos ir adiante agora que chegou em seu cavalo para andar em L.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"O essencial é invisível para os olhos." (Antoine de Saint-Exupéry)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Proposta 1

(a porta é serventia da casa.jpg)

sábado, 18 de setembro de 2010

Voou

Nat(p)ureza vai... e volta se for verdade!
Sem (pu)dor.

Zele

A menina cresceu, eu vi nos olhos dela enquanto sorria. Sempre tão (b)ela, sempre tão menina. Dança na ponta dos pés para que ninguém se afaste e roda sem se deixar cair. Eu estive lá e vi o coração de mãe tomar conta da menina. A mãe que baila(rina) e que cantarola, que é mãe e que é menina. Carregava um brilho que por não caber mais nela deu a luz! www.bebejohnson.com.br?bebe=75607 Su!

sábado, 11 de setembro de 2010

ESpanta

Ilustração: Silvix http://www.flickr.com/photos/silvix/ (Foto do flickr dela entre outros mil trabalhos extraordinários que por acaso foi indicação do blog do Tarcísio que tá sempre alimentado de sons e cores pra todos os paladares. http://buenasrocks.blogspot.com/ )
Espanta
Conectar-se é troca de figurinhas, ou tem ou não troca. CAi conexão. Desanda. Pára e não anda. Desordem. Caos. Tudo desconstrói, desestrutura, a ponte não liga ao monte. O equilíbrio está no desenvolvimento sustentável, entre a mente e o coração um intervalo para respirar fundo e o suficiente para manter no ritmo, 'pra frente' e ' pra além'. Excesso não é quantidade demasiada, é acumulo de nada. Luz demais estoura e queima a foto. Ofusca. Espanta. E ainda é preciso alcançar o monte pra crescer junto com ele. Porque não há amor sem paz. Não há evolução, só possíveis possibilidades. Enfim, a paz está dentro da gente, só tem que por pra fora, pra (co)existir e viver agradável à sintonia dos sentidos e sentimentos. E a paz é o caminho de casa que faz manter o ritmo. que faz conexão.
(dentro de mim)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010