sexta-feira, 16 de março de 2012
aonde andam as línguas
Ainda falta as palavras necessárias, não fosse o ato, calo.
Enquanto isso: está pra nascer!
domingo, 13 de novembro de 2011
Dias de lua cheia
1º ato
a lua me tira da cama,
observo, bebo água e deito.
me pego pensando nele,
o djavu tem sido constante.
hábito do pensar
repouso dos pensamentos
a lua me chama,
e eu chamo por ele.
2
primeiro ato
e ele
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Catavento
Amor, vamos numa festa a fantasia amanhã.
me desculpe, eu sei que é de última hora,
então pensei em tudo por você.
Arranjei o macacão, botas e algumas ferramentas.
Espero ver um jardineiro.
Beijos, sua flor!
(ps:"vem me regar")
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
INgênuohino
Fico de cá com minha visão de mundo. Tal pátria tal filho. Se sofro, alimento uma alma de artista, é de família. Sentimental, ressentimento, pressentimento. Os olhares que imploram conforto estão perdidos. Sabe encontrar o teu quiçá um espelho. Foco e iluminação. Vai saber reflectir um dia a estrela tão distante. Se engana, desencana. Cuidado filhote, os dias se afastam a medida do avanço. Se recusa a saber de algo, inventa a outra parte pra completar. É igual o passo, um depois do outro. Partir. Nada mais é palpável. desapego? senso de ruptura? Trovoada. Chove tudo novo mundo. É capaz um plano de fuga, desentendimento, rotatória. História mal contada. Desculpa para si mesmo um nariz de palhaço. Vai fazer o circo pegar fogo e depois fugir. Tá amarrado, sai de mim e/se parte. Reza braba pra desencostar. Anda jumento, que o menino amarelo passou do ponto e pelo tempo apodrecido.
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