segunda-feira, 16 de maio de 2011

Do além

Esse cara que veio aqui em casa sem ser convidado, dirige suas palavras como um mago a me dizer que o mundo é meu. Contesto. É nosso!
Cara ou coroa, ele sabe e joga bem.
Se meu pensamento vai além, ainda quero alcançá-lo. Fazer p-arte e pro-criar.
Amigo da mãe, sou filha da mesma, caçula e carrego o peso da separação sobre o pai celestial que me deu o nome e a asa pra sair do chão, e de perto, sem o peso do barro que me formou e me fez ser humano e ter certidão.
Meu gosto pela música te faz achar que não deveria ser tão inquieta porque ainda não sabe aonde ele vai parar. Nem o som, nem eu.
Se a arte predomina o ser, este vai além de si, e podendo se perder é possível.
Só reproduzo.

2 comentários:

Ivisson Moraes disse...

Belo!

Ou melhor, José Dias diria: BELÍSSIMO!!!

a libélula disse...

você é um convite à imaginação...