quinta-feira, 29 de julho de 2010

leva

Sou o avesso dessas linhas, que de tão paralelas me causa repulsa, ânsia e desperta ainda mais a inquietação do meu ser. O estudo das formas amoldam padrões que fogem ao meu conceito. Minha matéria não toma forma. Flui. Percorre ruas sobre paralelepipedos, meio passeio, meio da rua. Um pé no chão e o outro na lua. enquanto ensaio sobre a leveza do meu ser que me faz muda(r).

2 comentários:

Senhor Ventura disse...

"um pé no chão e o oureo na lua"... maria rilke ( coisas boas que ouso nos dias passados)

j. f. ecler (rsrs)

.liuengel. disse...

Um pé na ousadia e só coisas boas na lua passada!

(of persia por aqui..bj)